Existem pedaços do que criei, do que vi e publiquei espalhados de forma paralela por toda a internet. Hipérbole minha; não acho possível que apenas um ser humano consiga distribuir material em toda a internet.
Pra ser mais exato, -talvez não mais claro,- na internet há fragmentos de mim mesmo , paralelos uns aos outros, por vezes embaraçosos, por vezes constrangedores e ou memoráveis de alguma forma. Ambos sem precedência, conexão meio e fim.
Meu eu cibernético é uma parte intocável de mim, é fragmentado. E espero que assim permaneça. A tentativa de juntar esses fragmentos só construiria um material abstrato e controverso.
Há certa profundidade nos motivos que tenho pra espalhar esses fragmentos, senti que aqui poderia manifestar o que jamais poderia expressar da mesma forma em outra plataforma.
Pra ser mais exato, -talvez não mais claro,- na internet há fragmentos de mim mesmo , paralelos uns aos outros, por vezes embaraçosos, por vezes constrangedores e ou memoráveis de alguma forma. Ambos sem precedência, conexão meio e fim.
Meu eu cibernético é uma parte intocável de mim, é fragmentado. E espero que assim permaneça. A tentativa de juntar esses fragmentos só construiria um material abstrato e controverso.
Há certa profundidade nos motivos que tenho pra espalhar esses fragmentos, senti que aqui poderia manifestar o que jamais poderia expressar da mesma forma em outra plataforma.
Quando o sentimento de solidão inconsolável me invade, quando a ansiedade conduz minhas mãos a um nível físico de auto depreciação distribuindo agressões e por consequência marcas no meu corpo, eu grito! Grito em diferentes espaços e plataformas nesse campo imenso que é a internet.
A (falsa e estranha) sensação de segurança me fazem estar a vontade trancado no meu quarto com luzes apagadas digitando, sem hesitar o que penso, capturando com meu celular (com tela trincada) momentos que me trazem algum tipo de sentimento nobre em suas extremidades. Como eu sinto! Sinto bastante, sinto até por sentir tanto assim.
Esse texto cronologicamente desconexo une de forma não visível esses fragmentos, sem o compromisso de criar forma e sentido.
Quem grita não tem intenção de executar uma nota alta e sim de, por meio de exclamações, por pra fora os sentimentos que lhes atormenta. Mesmo que no final isso realmente não ajude muito. Mesmo que após os gritos, seus pulmões estejam ensanguentados. Pelo menos por um momento, talvez, seus problemas estarão fragmentados.
A (falsa e estranha) sensação de segurança me fazem estar a vontade trancado no meu quarto com luzes apagadas digitando, sem hesitar o que penso, capturando com meu celular (com tela trincada) momentos que me trazem algum tipo de sentimento nobre em suas extremidades. Como eu sinto! Sinto bastante, sinto até por sentir tanto assim.
Esse texto cronologicamente desconexo une de forma não visível esses fragmentos, sem o compromisso de criar forma e sentido.
Quem grita não tem intenção de executar uma nota alta e sim de, por meio de exclamações, por pra fora os sentimentos que lhes atormenta. Mesmo que no final isso realmente não ajude muito. Mesmo que após os gritos, seus pulmões estejam ensanguentados. Pelo menos por um momento, talvez, seus problemas estarão fragmentados.
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