Não precisamos abster-nos do que fomos, afinal isso compõe o que somos hoje, sendo que somos indefiníveis no presente.
Você entende quando te digo para ser livre?
Eu quero enfatizar minha impaciência, orgulho e imaturidade, pra me despir das expectativas a cumprir e me auto-declarar como um moleque no mundo, aprendendo, correndo, apaixonado e lutando.
Você entende quando te digo para ser verdadeiro?
Meu pior suscita e eu deixei você ver, apertei o laço e me surpreendi com a força ao mesmo tempo que me desapontei com com a consistência.
Você fez o que pode por um caso perdido, e caso não fosse tão astuto, provavelmente estaria preso a minhas correntes, eu as criei e envolvi a mim mesmo, para estar, para ser. Menti para mim sendo honesto para você, e conquistei a verdade mais dura que poderia encarar, que as linhas que sustentavam nossa história eram imaginárias, e que, apenas eu fechei os olhos, para ignorar a dor, dor na pele de um homem com precedências em comum, e afirmativas que não apontam para mera coincidência, um sistema, amar é contradizer, é afrontar, eu te dei uma tarefa que não lhe cabe nesse contexto, eu entendi.
Você entende quando digo que tenho que ir?
E então a história narra resiliência, através de declamação, pois quando o papel é negado, nossos ressonadores projetam ondas sonoras de palavras, verdade, e o eco do vazio nos devolve, preenche-se em decibéis, eu ouvi. Eu vivi, eu estou a entender (constante), eu vou. Eu fui.
Você entendeu.
Você entende quando te digo para ser livre?
Eu quero enfatizar minha impaciência, orgulho e imaturidade, pra me despir das expectativas a cumprir e me auto-declarar como um moleque no mundo, aprendendo, correndo, apaixonado e lutando.
Você entende quando te digo para ser verdadeiro?
Meu pior suscita e eu deixei você ver, apertei o laço e me surpreendi com a força ao mesmo tempo que me desapontei com com a consistência.
Você fez o que pode por um caso perdido, e caso não fosse tão astuto, provavelmente estaria preso a minhas correntes, eu as criei e envolvi a mim mesmo, para estar, para ser. Menti para mim sendo honesto para você, e conquistei a verdade mais dura que poderia encarar, que as linhas que sustentavam nossa história eram imaginárias, e que, apenas eu fechei os olhos, para ignorar a dor, dor na pele de um homem com precedências em comum, e afirmativas que não apontam para mera coincidência, um sistema, amar é contradizer, é afrontar, eu te dei uma tarefa que não lhe cabe nesse contexto, eu entendi.
Você entende quando digo que tenho que ir?
E então a história narra resiliência, através de declamação, pois quando o papel é negado, nossos ressonadores projetam ondas sonoras de palavras, verdade, e o eco do vazio nos devolve, preenche-se em decibéis, eu ouvi. Eu vivi, eu estou a entender (constante), eu vou. Eu fui.
Você entendeu.
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