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O que o silêncio diz.

Estar só não é o fim de tudo. Não grite pra preencher o silêncio, aproveite-o pra entender e ouvir você.
O mês de dezembro tem sido silencioso, é, isso foi assustador. Estranhamente meu humor se tornou obscuro e tive crises providas de instabilidade emocional, insônia, indisposição e ansiedade. Memórias me deixavam deprimido. Minhas ocupações eram lúdicas, esquematizada por mim mesmo. Não eram fortes o suficiente para me manter entretido e deter o fluxo de pensamentos pesarosos que me vinham a mente...  Foi difícil de entender essa mudança na atmosfera de um ano caótico, mas no final, só no final, entendo que esse silêncio foi necessário. É dele que você recapitula com mais clareza. Aprende com os problemas, se parabeniza pela vitória de viver e persistir no meio de catástrofes que compõem lições.
E então, reconhece que não tem sido difícil só pra você. Mas pras pessoas a sua volta também.
Você supera...
Ainda estou me recuperando, aceitando coisas que me pareciam difíceis de compreender. A minha volta tenho exemplos de mulheres fortes, que resistiram e resistem a opressões externas conflitos internos e que me inspiram.
Homens que lutam pelos seus sonhos e põem em primeiro a sua saúde para que assim consigam ter uma relação sadia com o mundão lá fora.
Honestamente, é um caminho extenso. Não tem sido fácil, mas esse momento em minha companhia tem me ensinado muito. É algo valioso, único e especial por se tratar de sua relação com você e depois com o mundo. A consciência provém o renascimento de um ser (simbolicamente, pense sobre isso).
Feliz Natal.

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